quarta-feira, 7 de março de 2018

Defesa Civil de Curitiba vai preparar brigadistas para as unidades de saúde

Defesa Civil de Curitiba vai preparar brigadistas para as unidades de saúdeÚltima Atualização: 07/03/2018


A Coordenadoria da Defesa Civil da Prefeitura de Curitiba está começando neste sábado (3/3), a partir da Unidade de Saúde Parolin (Regional Portão), a fase experimental do Plano de Preparação para Emergências nos espaços da rede municipal de saúde. O primeiro passo da iniciativa é a capacitação para brigada de emergência, que será oferecida no local à equipe do serviço de saúde. Cerca de 30 pessoas são esperadas.

Durante oito horas de formação teórica com os representantes da Defesa Civil Rodrigo Alípio e Marcelo Santos, os participantes serão instruídos sobre como agir em situações como incêndios, ataques de abelhas, desastres naturais e invasão da unidade.

Depois dessa capacitação, os participantes passarão à elaboração do plano de emergência, com suporte de instrutores da Defesa Civil. A seguir, serão preparados para executar o plano e, por último, farão duas simulações. A previsão é de que a primeira ocorra neste primeiro semestre e a outra até o mês de dezembro.

Como na educação - "Isso é mais segurança e proteção para a comunidade porque vai formar brigadistas aptos a tomar as decisões cabíveis de forma organizada e sistemática", explica o coordenador da Defesa Civil municipal, Nelson Ribeiro, que participou da abertura do evento.

A meta, diz ele, é ter uma ação tão eficiente na saúde como é o programa Conhecer Para Prevenir (CPP) na educação. O CPP, como é conhecido, tem brigadistas entre alunos, professores e demais trabalhadores das 208 creches e 185 escolas municipais. Com 13 anos de história em Curitiba, já recebeu dois prêmios.

Fonte: http://www.defesacivil.curitiba.pr.gov.br/Noticias/Noticia255.aspx

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Cuidados preventivos diminuem chances de acidentes e perdas no imóvel

teste
21/02/2018



Três de cada dez imóveis inspecionados a cada dia pela Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi), de Curitiba, apresentam problemas estruturais, que tornam esses locais mais vulneráveis a estragos provocados pela intensidade da chuva e do vento.


A informação é do coordenador técnico do órgão, engenheiro civil Marcelo Alexandre Solera, que nesta quinta-feira (22/2) falará sobre o assunto durante a segunda capacitação oferecida na gestão Rafael Greca sobre gerenciamento em proteção e defesa civil. O evento, voltado para agentes que atuam na Defesa Civil, está acontecendo desde segunda-feira (19/2) no Centro de Formação e Desenvolvimento Profissional da Guarda Municipal, na Cidade Industrial.

Alguns exemplos desses problemas são decorrentes da forma como os imóveis são construídos ou da falta de conservação. “Nada desses problemas aconteceria se cuidados básicos fossem tomados pelos proprietários de casas e apartamentos, como estar em dia com a manutenção dos imóveis e só executar obras novas ou reformas com a supervisão de profissionais habilitados”, diz o especialista. Ele observa que, em períodos de chuva intensa, constante e acompanhada de vento, o risco de desabamento cresce, colocando vidas e imóveis em risco.

Olhar atento

Segundo o engenheiro, é imprescindível estar atento ao que ele chama de sinais de risco estrutural – na prática, pistas de que partes da estrutura das edificações estão comprometidas. Entre elas estão rachaduras, trincas ou fissuras, inclinação de muros ou paredes e corrosão da armadura de concreto que sustenta pilares e vigas. “É como se uma edificação fosse o corpo humano e a estrutura de concreto armado, os seus ossos. Se os ossos (estrutura) não estiverem fortes, não podem sustentar o corpo (edificação)”, compara.

A solução ideal é observar constantemente o interior e o exterior do imóvel e fazer reparos quando o desgaste aparecer em paredes, lajes e muros de divisa (que separam ambientes) ou arrimo (para sustentar taludes, que são paredões de terra resultantes da escavação de terrenos inclinados). Ao primeiro sinal de corrosão do concreto, o caminho é corrigir a falha. Se ela for mais profunda e tiver atingido a estrutura de aço, o jeito é substituir a parte afetada. Só então deve ser feita nova concretagem. “A corrosão reduz muito a resistência do aço e precisa ser combatida porque a chuva e o vento aumentam as chances de desabamentos”, explica Solera.

Além do mau tempo

Com o passar dos anos, outros tipos de desgastes são inevitáveis e podem representar riscos para os usuários dos imóveis. “Há instalações não visíveis em sua totalidade, como as de água e luz, que sempre darão sinal quando tiverem vazamentos e quedas de tensão. É a deixa para fazer os reparos antes que o problema se agrave”, diz Solera.

O risco é maior com mangueiras de gás e registros (dispositivos que liberam e bloqueiam a passagem do produto). Isso acontece porque a identificação dos vazamentos é feita quando o odor típico do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) é liberado. “É preciso providenciar a substituição desses componentes dentro do prazo e fazer a manutenção de aquecedores e centrais de gás de acordo com a orientação do fabricante, antes de começar a sentir o cheiro. Do contrário, pode ser tarde para prevenir uma tragédia”, alerta.

Saúde alerta para cuidados com a dengue no final do verão

Saúde alerta para cuidados com a dengue no final do verãoÚltima Atualização: 22/02/2018


Com o término do período de férias de verão, turistas ou proprietários de imóveis, no Litoral ou locais de veraneio, não devem esquecer os cuidados necessários para evitar a presença do mosquito da dengue.

A orientação da Secretaria de Estado da Saúde é que ao deixarem suas casas os veranistas fiscalizem quintais e outros espaços a fim de eliminar qualquer tipo de recipiente que acumule água da chuva e contribua na proliferação do mosquito.

Segundo a chefe do Centro de Vigilância em Saúde, Ivana Belmonte, o verão é uma das épocas do ano mais propícias para alta ocorrência do Aedes aegypti, principalmente com a ocorrência de calor e chuvas constantes.

“Na pressa do retorno, as pessoas fazem as malas e acabam esquecendo medidas simples, que não gastam muito tempo, mas que podem prevenir dores de cabeça no futuro”, diz.

Ivana explica que quinze minutos são suficientes para prevenção contra o mosquito. Basta conferir alguns itens antes de fechar o imóvel e retornar para viagem, como tampar os ralos, fechar a tampa do vaso sanitário ou vedá-lo com plástico, remover a água de aparelhos de ar-condicionado e geladeiras, eliminar qualquer recipiente do quintal que acumule água da chuva, limpar as calhas e, se houver piscina, providenciar que haja manutenção periódica.

Ainda enfatiza que cada morador pode fazer vistorias semanais em seus imóveis. “Não é necessário grande quantidade de água para que o mosquito se reproduza, basta ter água acumulada e calor. O cuidado deve ser permanente para evitar complicações”, acrescenta Ivana.

BOLETIM – Divulgado nesta terça-feira (20), o boletim técnico da Secretaria da Saúde informa a ocorrência de 487 casos e nenhuma morte por dengue no Paraná desde agosto de 2017.

O boletim detalha também o comportamento das outras duas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Até agora, são onze casos de chikungunya, sendo cinco importados de outras localidades, e nenhum caso de zika no Estado.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopre www.pr.gov.br

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=97302&tit=Saude-alerta-para-cuidados-com-a-dengue-no-final-do-verao

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Novo radar vai monitorar Grande Curitiba a partir de março

07/02/2018


O radar meteorológico Banda X vai monitorar a Região Metropolitana de Curitiba a partir de março, fornecendo dados, minuto a minuto, para ações de prevenção de desastres naturais. O equipamento cedido ao Governo do Estado pela empresa Japan Radio Company (JRC) está instalado na sede do Simepar. Em fevereiro, passa por uma fase de adaptação, calibração das informações e testes, e começa a funcionar efetivamente, enviando informações precisas, a partir do mês que vem.

O equipamento foi cedido através de uma parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e não terá custos para o Estado.

A diferença do Banda X em relação aos radares que já estão em operação no Estado - em Teixeira Soares (Centro-Sul) e em Cascavel (Oeste) - está na precisão dos dados coletados. O Banda X é de curto alcance e voltado para os grandes centros urbanos, com monitoramento feito a cada minuto e num ponto específico. Já a informação em tempo normal dos demais radares costuma a ser de cerca de 15 minutos.

A Coordenação Estadual de Proteção e Defesa Civil do Paraná passa a ser a única a dispor dessa tecnologia que poderá servir de modelo para outros estados avançarem na prevenção de desastres. “No Brasil não existe nada igual, com monitoramento constante de minuto a minuto e que relaciona a quantidade de chuva com possíveis deslizamentos. Esse projeto é pioneiro e pode auxiliar no avanço meteorológico de outros estados”, afirma o subchefe operacional da Defesa Civil, tenente Marcos Vidal.

RESPOSTA -Os técnicos do Simepar e da Defesa Civil foram capacitados pelas equipes do Japão para operar o radar equipamento. “O radar gera informação de uma área específica na Região Metropolitana. Isso vai resultar num melhor tempo de resposta do Sistema de Monitoramento e Previsão Hidrométrica do Estado, especificamente, na região monitorada”, destaca o tenente Vidal. O Simepar encaminha as informações à Defesa Civil, que é responsável por monitorar as condições e, caso necessário, enviar os alertas aos municípios.

O radar Banda X coletará as informações pluviométricas e fará o cruzamento com informações de deslizamentos já ocorridos na Região Metropolitana de Curitiba. Com isso, o Sistema de Previsão de Deslizamentos contará com indicação de prováveis ocorrências, permitindo a emissão de alertas antecipados de desastres.

De acordo com o tenente, além do apoio geral em monitoramento, o radar será utilizado como modelo de previsão de deslizamento para o município de Almirante Tamandaré e Rio Branco do Sul. “Este modelo permitirá a emissão de alertas precoces do risco de deslizamento em situações críticas”.

O tenente Marcos Vidal explica que o Paraná é referência quando o assunto é prevenção de riscos e desastres. Por esse motivo, e pela estrutura compatível com as necessidades operacionais do radar Banda X, o Estado foi escolhido para abrigar a tecnologia. “Somos referência nacional e temos capacidade para absorver essa demanda e replicá-la”, diz.

Investimento em prevenção de risco chega a R$ 100 milhões

Desde 2011, o Governo do Estado investiu R$ 100 milhões para prevenção de desastres. Foi criado o Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cegerd), que reúne informações de diversos órgãos para emitir alerta de desastres aos municípios e faz a gestão em caso de eventos climáticos. O Paraná também se tornou o primeiro e único estado brasileiro em que 100% dos municípios têm um Plano Municipal de Contingência de Proteção e Defesa Civil.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Defesa Civil de Pinhais realiza capacitação básica para formação do NUPDEC Grupo Escoteiro Pingo Dagua

03/02/2018


A Prefeitura de Pinhais, por meio da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC), promoveu no sábado, dia 03/02, capacitação voltada para a prevenção para os integrantes do Núcleo de Proteção e Defesa Civil Grupo Escoteiro Pingo Dágua (Nupdec G.E.P.A.).

Cerca de 18 voluntários participaram da capacitação, realizada na Sede da Defesa Civil  de Pinhais (Rua Reinaldo Ribas, 993, bairro Atuba).

Para o agente de defesa civil Newton Ledra, a capacitação dos voluntários chefes escoteiros é muito importante para fortalecer uma parceria para muitos projetos voltados a prevenção e educação dos jovens do movimento escoteiro, bem como para multiplicar os conhecimentos e promover a mudança de cultura para redução de riscos de desastres. 

A capacitação foi ministrada pelos Agentes de Defesa Civil, tendo como principais assuntos abordados noções básicas da estrutura da Defesa Civil Municipal, o Plano de Contingência do Município, Sistema de Comando de Incidentes, parâmetros utilizados nos EDCs e o Plano de  Alerta e Preparação de Comunidades para Emergências Locais.

O Agente de Defesa Civil, Newton Ledra ressalta a importância do comprometimento e colaboração demonstrada por todos os participantes do NUPDEC G.E.P.A. e conclui parabenizando a todos os envolvidos.

Além do objetivo de capacitar os núcleos de voluntários para o período de chuvas, estão sendo desenvolvidas  e planejadas diversas ações permanentes de prevenção e proteção da população contra o risco de desastres. 

"Somos Todos Defesa Civil!"


Fonte: COMPDEC Pinhais

Postagens mais visitadas

Postagem em destaque

Site da prefeitura disponibiliza serviços sobre o trânsito municipal

Cidadão pode fazer solicitações relativas a multas, apresentar recursos, pedir credenciais, entre outras funcionalidades da página da Secret...